Postagem em rede social faz alegações sobre suposta pesquisa interna do PT às vésperas do segundo turno. Uma publicação feita pelo perfil ...
Postagem em rede social faz alegações sobre suposta pesquisa interna do PT às vésperas do segundo turno.
Uma publicação feita pelo perfil de Rodrigo Lima nas redes sociais, nesta sexta-feira (23), repercutiu ao trazer alegações sobre os bastidores da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a apenas dois dias do segundo turno das eleições presidenciais.
Segundo a postagem, uma suposta pesquisa interna do Partido dos Trabalhadores teria apontado o candidato Flávio Bolsonaro (PL) com 53,9% das intenções de voto. De acordo com o relato, o resultado teria sido apresentado durante uma reunião de integrantes da campanha petista.
A publicação também afirma que a chamada "tropa Janones" teria sido desmobilizada e que ministros, diretores e secretários estariam entregando seus cargos. Ainda segundo o perfil, integrantes do núcleo da campanha avaliariam que não haveria possibilidade de uma virada eleitoral, o que teria levado ao desmonte da estratégia preparada para o debate presidencial desta sexta-feira.
O texto também sustenta que empresas de pesquisas teriam sido comunicadas sobre esse cenário.
As alegações, no entanto, não foram confirmadas de forma independente. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a metodologia, o tamanho da amostra, a data da realização ou o instituto responsável pela suposta pesquisa interna. Também não foram apresentadas evidências que comprovem as alegadas entregas de cargos ou as demais afirmações feitas na publicação.
Enquanto isso, as pesquisas eleitorais registradas e divulgadas publicamente nesta sexta-feira apresentaram cenários distintos. O Datafolha apontou empate de 50% a 50% nos votos válidos, enquanto o RealTime Big Data registrou 52% das intenções de voto para Flávio Bolsonaro e 48% para Luiz Inácio Lula da Silva.
Diante da ausência de confirmação oficial sobre as informações divulgadas nas redes sociais, as alegações devem ser tratadas como declarações de terceiros, e não como fatos comprovados.
E você, o que acha dessas informações divulgadas nas redes sociais? Deixe sua opinião nos comentários.
As alegações, no entanto, não foram confirmadas de forma independente. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a metodologia, o tamanho da amostra, a data da realização ou o instituto responsável pela suposta pesquisa interna. Também não foram apresentadas evidências que comprovem as alegadas entregas de cargos ou as demais afirmações feitas na publicação.
Enquanto isso, as pesquisas eleitorais registradas e divulgadas publicamente nesta sexta-feira apresentaram cenários distintos. O Datafolha apontou empate de 50% a 50% nos votos válidos, enquanto o RealTime Big Data registrou 52% das intenções de voto para Flávio Bolsonaro e 48% para Luiz Inácio Lula da Silva.
Diante da ausência de confirmação oficial sobre as informações divulgadas nas redes sociais, as alegações devem ser tratadas como declarações de terceiros, e não como fatos comprovados.
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Da Redação

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