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Nossa Leoa não pode ver um baixinho

Nossa Leoa não pode ver um baixinho  Entre abraços apertados, sorrisos sinceros e conversas cheias de carinho, a vice-governadora do Distrit...


Nossa Leoa não pode ver um baixinho 

Entre abraços apertados, sorrisos sinceros e conversas cheias de carinho, a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), mostra que a política também pode ser feita com proximidade e afeto. Conhecida por sua postura firme na gestão pública, Celina revela outro lado quando está perto das crianças um lado leve, espontâneo e cheio de ternura.
Quem acompanha sua rotina percebe: basta aparecer um “baixinho” que ela já abre um sorriso largo e vai ao encontro para um abraço, uma foto ou uma conversa rápida. É um gesto simples, mas que traduz muito do que move sua atuação pública.
Durante agendas e visitas por comunidades do Distrito Federal, a vice-governadora costuma parar para ouvir histórias, brincar e compartilhar momentos com os pequenos. Para ela, esses encontros têm um significado especial.
“Entre abraços, sorrisos e conversas sinceras, a gente lembra por que vale a pena trabalhar todos os dias. É por eles. 
Sempre por eles”, costuma dizer.
A cena se repete em escolas, eventos comunitários e projetos sociais: crianças correndo para perto da “Leoa”, apelido carinhoso que ganhou pela postura combativa na política. E, nesses momentos, a autoridade dá lugar à mulher que acredita que o futuro começa justamente ali  na infância.
Mais do que fotos ou gestos simbólicos, o contato com as crianças reforça um compromisso que ela destaca com frequência: construir políticas públicas que garantam oportunidades, educação e qualidade de vida para as novas gerações.
Porque, no fim das contas, como ela mesma demonstra em cada abraço: governar também é cuidar. 

Da redação A Politica e o Poder 

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