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Samambaia ganha impulso na educação básica com reconstrução da Escola Classe 410

Samambaia ganha impulso na educação básica com reconstrução da Escola Classe 410 Nova estrutura será moderna, acessível e sustentável, forta...

Samambaia ganha impulso na educação básica com reconstrução da Escola Classe 410
Nova estrutura será moderna, acessível e sustentável, fortalecendo projetos pedagógicos e ampliando o atendimento à comunidade
A Escola Classe (EC) 410 de Samambaia, pioneira na região, será reconstruída com uma estrutura mais moderna, acessível e alinhada às novas demandas da educação pública do Distrito Federal. O atual prédio dará lugar a uma escola dentro do novo padrão de modernização da Secretaria de Educação (SEEDF).
Recentemente, o governador Ibaneis Rocha entregou a EC 425, totalmente reconstruída, enquanto a EC 415 está em obras após a demolição do antigo prédio. A EC 410 será a próxima, completando um ciclo de três modernizações na mesma região administrativa. De acordo com a SEEDF, unidades com estruturas antigas de placas pré-moldadas de concreto estão sendo gradualmente substituídas por prédios mais modernos, com melhor conforto térmico e acústico, ambientes amplos e espaços voltados à inovação pedagógica e à convivência escolar.
O diretor da EC 410, Paulo Gileno Ribeiro Bosco, explica que a nova escola representa um avanço importante. “A EC 410 recebe 626 alunos. A reconstrução vem para modernizar os espaços, oferecer novos ambientes de aprendizagem e ampliar o atendimento. O prédio atual funciona, mas a nova estrutura vai permitir que projetos extracurriculares, como o nosso coral, tenham espaços próprios para se desenvolver”, afirma.

De acordo com a SEEDF, unidades com estruturas antigas de placas pré-moldadas de concreto estão sendo gradualmente substituídas por prédios mais modernos, com melhor conforto térmico e acústico, ambientes amplos e espaços voltados à inovação pedagógica e à convivência escolar | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

Sustentabilidade e vínculo com a comunidade

Com 32 anos de profissão, dos quais 27 de dedicação à escola, o diretor ressalta o vínculo afetivo da comunidade com o espaço e reforça a importância de preservar sua identidade sustentável: “Temos um compromisso com o meio ambiente e com o título de escola sustentável. A expectativa é que o projeto preserve o máximo possível das árvores e da vegetação nativa. Aqui temos uma fauna rica — micos, tucanos, urutaus e muitos pássaros — que fazem parte do nosso cotidiano escolar”.
A supervisora pedagógica Ludmila Freitas Alexandre da Silva complementa que o novo prédio trará conforto térmico e acústico aprimorados, essenciais para o aprendizado, especialmente dos estudantes da educação especial. “Cerca de 10% dos nossos alunos têm necessidades específicas. O novo projeto vai trazer mais conforto, silêncio e climatização, o que faz toda diferença no dia a dia da sala de aula”, observa.

Espaços para arte, inclusão e inovação

A futura estrutura também vai permitir a ampliação do número de vagas e a criação de novos ambientes para atividades pedagógicas e artísticas. Entre os destaques está o Coral da EC 410, formado por alunos do ensino fundamental e conhecido por suas apresentações em eventos culturais da cidade. A estrutura contará com um auditório, onde o grupo poderá ensaiar e se apresentar. Atualmente, os ensaios ocorrem no pátio central da escola.

A reconstrução da escola desperta curiosidade, mas também carinho pelo espaço atual, onde iniciaram a vida escolar. “Vai ficar ainda melhor com a nova escola”, diz Agatha Maia, aluna do 5º ano

Entre os estudantes, o sentimento é de entusiasmo e orgulho. A reconstrução da escola desperta curiosidade, mas também carinho pelo espaço atual, onde iniciaram a vida escolar. “Vai ficar ainda melhor com a nova escola”, diz Agatha Maia, aluna do 5º ano. “Eu gosto muito das nossas árvores e do pátio”.

A colega Emanuele Paulino reforça o vínculo afetivo com o ambiente e o desejo de que a nova estrutura preserve a atmosfera acolhedora da atual: “As árvores deixam o ambiente mais tranquilo e gostoso de estudar. Espero que sejam mantidas, porque elas fazem parte da nossa escola. A gente brinca na sombra e ouve os passarinhos”.

Por Carlos Eduardo Bafutto, da Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira

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